Análise especulativa: Como seria o destino de susamaru se ela visse sua morte iminente?
Um exercício mental explora o momento crucial onde Susamaru, a Demônio da Temari, poderia ter vislumbrado sua terrível execução por Muzan.
Um exercício de imaginação aprofundado no universo de Kimetsu no Yaiba (Demon Slayer) propõe um cenário de alta tensão para a Demônio da Temari, Susamaru. A questão central gira em torno de um segundo de percepção expandida que a demônio poderia experimentar pouco antes do confronto decisivo no esconderijo de Tamayo.
Este momento hipotético seria uma visão vívida e simulada de sua própria morte: o momento exato em que Tamayo a atrairia para revelar o nome completo de Muzan Kibutsuji, a subsequente ativação da maldição do mestre demônio, resultando no crescimento de membros de seu estômago e boca, destinados a despedaçá-la.
A intensidade da revelação
A premissa sugere que, nesse lapso de tempo, Susamaru sentiria toda a dor e o desconforto previstos para sua execução real, mesmo que ela implorasse por misericórdia a Muzan em sua mente visionária. A relevância desse teste de lealdade, ainda que puramente especulativa, reside em confrontar a devoção cega que as Luas inferiores nutrem pelo Rei Demônio.
A reação imediata de Susamaru sob essa premonição seria multifacetada. Uma facção da análise foca na negação. Seria possível que, devido à sua lealdade inabalável e ao medo da punição de Muzan, ela rejeitasse a visão como uma tática psicológica dos Caçadores de Demônios, preferindo acreditar que seu mestre jamais a trairia.
Confrontando a Traição
Se, ao contrário, a visão fosse aceita como verdade inegável, as ramificações emocionais seriam profundas. O sentimento de traição por parte do ser em quem ela depositou toda a sua existência seria esmagador. O dilema se tornaria: fugir por puro terror da aniquilação ou tentar forçar uma mudança em seu destino pré-ordenado?
A dificuldade reside no poder absoluto de Muzan. Se ele pudesse sondar a mente dela durante o choque da revelação, qualquer desvio de sua ordem original resultaria em sua morte instantânea, confirmando a visão. Isso levanta uma questão crucial sobre a agência das Luas inferiores: elas são meros instrumentos ou possuem alguma margem de manobra contra a autoridade suprema?
A possibilidade de uma saída honrosa ou uma sobrevivência após vislumbrar um fim tão brutal sugere uma mudança drástica na personalidade da demônio. Uma sobrevivente desse trauma experimentaria o mundo sob uma lente de desconfiança profunda, possivelmente desenvolvendo um medo paralisante de figuras de autoridade ou, alternativamente, uma revolta silenciosa contra o sistema que a escravizou. Este cenário, mesmo sendo um devaneio criativo, serve para destacar a natureza tirânica e inescapável do poder de Muzan Kibutsuji sobre seus servos mais devotados.