Análise crítica aponta fragilidade das equipes enviadas contra a akatsuki em naruto
A estratégia de enviar múltiplas equipes de baixo poder contra os membros da Akatsuki levanta sérias dúvidas sobre o planejamento estratégico da Vila da Folha.
Uma reavaliação do enredo da saga Naruto, especificamente no período em que as vilas ninjas se mobilizaram para caçar a organização criminosa Akatsuki, revela um ponto de inflexão estratégico questionável. Em vez de concentrar poder de fogo, a decisão foi despachar vinte equipes distintas para confrontar os membros da dupla de criminosos.
A premissa básica de que a Akatsuki viajava em duplas de alto nível não foi respeitada no planejamento da resposta defensiva. A análise sugere que a maioria dessas vinte unidades era composta por ninjas de patamar júnior, muitas vezes acompanhados por apenas um ninja de nível intermediário, como ocorreu com Asuma Sarutobi.
A disparidade de poder e a lógica militar
O arranjo das equipes, com a presença de um único ninja com potencial de combate real e o restante sendo aprendizes ou recém-promovidos a Chunin, torna o confronto extremamente desequilibrado. Se o membro mais forte da equipe, como um Jōnin experiente, fosse capaz de lidar minimamente com um dos membros da dupla inimiga, os três ninjas restantes ficavam subitamente responsáveis por neutralizar o segundo terrorista de elite.
Tomemos como exemplo a hipotética missão contra a dupla composta por Sasori e Deidara, ou o terrível esquadrão de Itachi Uchiha e Kisame Hoshigaki. Enviar times com composição tão frágil contra tais adversários beira a insensatez tática. A probabilidade de aniquilação total nessas situações é quase certa, transformando a missão em um sacrifício inútil em vez de uma operação de captura ou eliminação.
Alternativas estratégicas descartadas
Parece evidente que uma abordagem mais parcimoniosa e focada teria gerado resultados superiores, mesmo que não garantissem a captura imediata dos alvos. A alternativa sensata seria condensar os ninjas mais proficientes e experientes em um número reduzido de esquadrões de elite.
Ao reduzir o volume de equipes, a liderança das nações ninjas poderia ter garantido que cada unidade possuísse poder de fogo suficiente para, pelo menos, criar uma situação de impasse ou forçar uma retirada dos membros da Akatsuki. Embora tal abordagem pudesse significar não localizar os alvos rapidamente, como ocorreu na narrativa original, o custo em vidas e recursos seria drasticamente menor. A preservação de talentos como Asuma e outros ninjas promissores, que foram desperdiçados em confrontos singulares, seria prioridade em um cenário de guerra assimétrica.
Essa decisão de dispersar forças operacionais contra uma ameaça centralizada e homogênea permanece como um dos maiores enigmas na logística de defesa das Cinco Grandes nações ninjas durante o auge da atividade da Akatsuki.