Análise do poder: O que a tripulação de roger seria se nunca tivesse se desfeito

Exploramos o cenário em que a tripulação do Rei dos Piratas, Gold Roger, não se dispersaria, formando a força mais poderosa da história de One Piece.

Fã de One Piece
Fã de One Piece

27/01/2026 às 05:54

14 visualizações 5 min de leitura
Compartilhar:
Análise do poder: O que a tripulação de roger seria se nunca tivesse se desfeito

A dissolução da tripulação do Rei dos Piratas, Gold Roger, logo após a conquista da última ilha da Grand Line, é um dos eventos centrais que moldaram a Era dos Piratas em One Piece. No entanto, um cenário alternativo de poder sugere que, se Roger tivesse optado por manter sua equipe unida, o grupo permaneceria inquestionavelmente como a força naval mais dominante dos mares.

O ápice do poder reunido no Mar

A tripulação de Roger era composta por alguns dos indivíduos mais talentosos e implacáveis do mundo. A formação original não apenas incluía o próprio Rei dos Piratas, cujo poder de combate era incomparável, mas também figuras lendárias que se tornariam pilares em carreiras independentes. A manutenção dessa equipe representaria uma concentração de força que rivaliza com qualquer Yonkou ou Almirante da Marinha atual.

Os pilares irremovíveis da frota

Para entender essa superioridade, é crucial analisar os membros conhecidos. Além de Roger, figuras como Silvers Rayleigh, o imediato conhecido como o “Cavaleiro das Trevas”, traziam experiência tática e habilidade no uso do Haki em níveis extremos. A presença de Shanks e Buggy, em estágios iniciais de seu desenvolvimento, ainda sob a tutela de Roger, sugere um potencial de crescimento astronômico dentro de um ambiente de alta performance.

Mas o poder ofensivo não parava por aí. A adição de espadachins como Mihawk, se considerarmos teorias mais especulativas que o ligam ao círculo interno da tripulação em algum momento, ou mesmo a força bruta de outros companheiros, solidificaria um ataque que poucas embarcações conseguiriam suportar. Mesmo desconsiderando especulações de ligações diretas, a mera existência dos oficiais centrais já bastaria.

Insuperáveis em todos os aspectos

A força de uma tripulação pirata não reside apenas no capitão, mas na sinergia e na distribuição de habilidades. A tripulação de Roger era mestre em todas as facetas de combate no Novo Mundo. Eles possuíam navegadores excepcionais, médicos competentes e uma compreensão profunda da geografia e das armadilhas do mundo, permitindo-lhes navegar com sucesso pelo perigoso Rod Grand Line.

Enquanto a Marinha, liderada por figuras como o futuro Monkey D. Garp, já era uma potência, a presença contínua do grupo de Roger forçaria uma escalada militar sem precedentes. A ausência da queda e subsequente dispersão do grupo de Roger, que inspirou inúmeros outros piratas a buscar o legado, teria mantido um equilíbrio de poder severamente inclinado.

Impacto na Era dos Piratas

Se Roger tivesse continuado, é provável que a Era dos Piratas, como a conhecemos, nunca tivesse decolado da mesma forma. A frota continuaria a desafiar o Governo Mundial e o Governo Mundial de forma unificada e dominante. Sem a libertação das informações e a lenda criada por sua volta, o oceano permaneceria sob o domínio informal, mas absoluto, dos piratas mais fortes que já existiram, estabelecendo um reinado que seria praticamente impossível de ser quebrado por qualquer força singular ou combinada na atualidade.

Fã de One Piece

Fã de One Piece

Entusiasta dedicado da franquia One Piece com foco em análise de conteúdo e apreciação de comédia e desenvolvimento de personagens. Experiência em fóruns especializados e discussões temáticas sobre o mangá/anime.