Análise profunda sugere que saitama sofreu uma derrota estratégica contra a entidade 'deus' no arco futuro de one-punch man
Uma análise detalhada do clímax de uma linha temporal em One-Punch Man aponta para a aparente impotência de Saitama.
Apesar de sua força avassaladora, a recente jornada dramática de Saitama em uma das linhas temporais futuras de One-Punch Man tem gerado questionamentos sérios sobre a eficácia de seu poder diante de uma ameaça maior. A percepção geral é que, enquanto o herói aplicou castigos físicos severos em Garou, o verdadeiro antagonista, Deus, parece ter saído vitorioso no final daquele cenário caótico.
A Ilusão da Vitória Física
Embora Saitama tenha superado Garou em combate, a análise dos resultados sugere que a vitória foi meramente superficial. Um ponto crucial levantado é que, durante o confronto, Garou estava sob forte influência da entidade referida como Deus. Lutar contra um Garou sem controle pleno significa que Saitama estava, em grande parte, desferindo golpes em uma vítima, e não em seu real adversário.
Adicionalmente, o sacrifício da linha temporal trouxe consequências catastróficas irreversíveis dentro daquele contexto específico. Entre os pontos levantados estão:
- Falha em Proteger: Garou, mesmo sob controle, conseguiu derrotar e, presumivelmente, matar todos os heróis da Classe S que estavam sob a guarda de Saitama.
- Consequências da Brincadeira: Há a percepção de que Saitama escolheu inicialmente 'brincar' com a situação, o que escalou o conflito para um ponto de não retorno, resultando em uma retaliação severa quando os limites foram ultrapassados.
- Imunidade do Antagonista Principal: A entidade Deus, que orquestrou o caos, escapou sem sofrer qualquer penalidade direta pelos seus atos.
O Regresso e a Perda de Memória
O aspecto mais alarmante da narrativa é a consequência final para o próprio herói. Para reverter o desastre, Saitama precisou recuar para um ponto anterior no tempo, o que envolveu sua absorção por sua versão passada. Este mecanismo de 'reset' implica que o Saitama futuro, com toda a experiência e consciência da ameaça, foi efetivamente apagado da linha temporal restaurada. Seu eu anterior não retém nenhuma memória da luta ou da derrota iminente, forçando o recomeço da luta contra Deus em desvantagem.
Se essa linha temporal for permanentemente descartada, como sugerem algumas leituras, o resultado para o universo é devastador. O legado é de um fracasso retumbante: os heróis foram dizimados, e Saitama, sem memórias de sua derrota, fica vulnerável. Isso configura uma vitória estratégica para Deus, que conseguiu manipular tanto o herói mais forte quanto seu oponente mais complexo, transformando ambos em peças descartáveis em seu jogo cósmico.