A ausência de fantoches de edo sasori e chiyo: Uma lacuna na estratégia de kabuto na quarta guerra mundial shinobi

Análise foca na logística da ressurreição e nos recursos negados a Sasori e Chiyo durante a Guerra Shinobi.

Analista de Anime Japonês
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29/11/2025 às 04:28

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A ausência de fantoches de edo sasori e chiyo: Uma lacuna na estratégia de kabuto na quarta guerra mundial shinobi

Um ponto de análise intrigante, surgido a partir da jornada de Kabuto Yakushi durante a Quarta Grande Guerra Mundial Shinobi, reside na discrepância entre a atenção dada às armas dos shinobis ressurgidos e a falta de suporte para dois mestres de marionetes icônicos: Sasori e Chiyo.

Kabuto demonstrou uma capacidade impressionante de rastrear e recuperar armamentos específicos para os indivíduos que ele reanimava usando a técnica Edo Tensei. A recuperação das espadas icônicas dos Sete Espadachins da Névoa, por exemplo, foi fundamental para maximizar a eficiência de seu exército de mortos-vivos, fornecendo a cada um ferramentas que potencializavam suas habilidades originais.

O arsenal dos espadachins e a prioridade de Kabuto

A aquisição das espadas era um ato estratégico claro. Armas como a Kubikiribōchō (Espada Decapitação) ou a Samehada eram extensões da identidade e do poder letal de seus antigos portadores. Ao garantir que cada espadachim tivesse seu instrumento de morte em mãos, Kabuto transformava cada reanimado em uma ameaça de nível máximo, utilizando o legado militar da Vila Oculta da Névoa contra a Aliança Shinobi.

Entretanto, quando se trata de Sasori, o mestre das marionetes, e Chiyo, a lendária anciã de Sunagakure, a logística parece ter divergido. Ambos eram especialistas incomparáveis em Kugutsu no Jutsu (Técnica das Marionetes), e seus ataques dependiam intrinsecamente de seus fantoches.

A dependência das marionetes para Sasori e Chiyo

Sasori, especificamente, era notório por possuir marionetes de nível Kage, como as ligadas aos seus pais ou o Hiruko. Sua força reside na capacidade de manter uma miríade de ataques simultâneos e em sua arma final, o Terceiro Kazekage, dotado do poderoso Jutsus de Areia de Ferro. A ausência de seus arsenais de marionetes significava que, mesmo ressuscitados, ambos estavam limitados a ataques físicos ou a poucas marionetes básicas que pudessem estar disponíveis em campo de batalha, um claro enfraquecimento de seu potencial.

Uma interpretação plausível para essa omissão logística aponta para a complexidade da Edo Tensei aplicada a fantoches. Enquanto espadas são objetos inanimados que podem ser facilmente recuperados e empunhados, os fantoches requerem manutenção, fios de chakra funcionais e, no caso de Sasori, o corpo do Terceiro Kazekage, que poderia ser mais difícil ou demorado de localizar e integrar ao processo de reanimação.

Outra possibilidade reside na avaliação de Kabuto sobre prioridades de poder. Ele pode ter concluído que as ameaças de longo alcance dos espadachins (como manipulação de água ou troca de corpos) eram mais imediatas para causar caos rápido, enquanto os fantoches, apesar de poderosos, exigiam uma coordenação mais fina que talvez não justificasse o esforço de Kabuto, focado em exércitos massivos sob seu controle direto. Independentemente da razão, a falta de marionetes representou um teto imposto por Kabuto ao poder destrutivo de dois dos mais talentosos mestres de fantoches da história ninja.

Analista de Anime Japonês

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Especialista em produção e elenco de animes e filmes japoneses originais. Possui vasta experiência em cobrir anúncios de elenco, equipe técnica e trilhas sonoras de produções de nicho, focando na precisão dos detalhes da indústria.