Análise dos examinadores ninjas de konoha após a academia: Quem deu a última palavra sobre a geração de naruto?
Investigação detalha os ninjas responsáveis por testar os recém-formados genins de konoha após a academia, incluindo especulações sobre os papéis dos chunins.
Um levantamento criterioso sobre os processos de avaliação dos genins recém-formados em Konohagakure, especificamente a geração de Naruto Uzumaki, revelou uma estrutura de monitoramento detalhada que ia além dos Sannin ou do Hokage. Observa-se que uma equipe de ninjas de elite, possivelmente Jonins e Tokubetsu Jonins, acompanhava de perto os novos talentos logo após a formatura da academia.
A função primária desses indivíduos, em conjunto com o Hokage, parece ter sido a de administrar o primeiro grande teste de aptidão para os jovens. A partir da identificação desses examinadores, é possível traçar um panorama sobre a distribuição de talentos e a severidade do sistema de seleção de esquadrões.
Os líderes de esquadrões conhecidos e os testadores implacáveis
Alguns papéis estão mais bem definidos no cânone de Naruto. É sabido que Kakashi Hatake (identificado como o número 9 na estrutura de observação) foi o responsável por aprovar o Time 7, embora seja notório que ele tenha reprovado várias turmas anteriores. Da mesma forma, Kurenai Yuhi (o número 8) e Asuma Sarutobi (o número 6) cumpriram seus deveres como líderes dos times designados, indicando que foram considerados aptos para a função de mentores definitivos.
Para os outros números observados, especula-se que os perfis sejam de ninjas de nível Chunin ou Tokubetsu Jonin, talvez designados para avaliar aqueles que estavam no limite da aprovação ou que precisavam de uma segunda chance antes de serem integrados ao sistema regular.
Hipóteses sobre os avaliadores secundários
Os números 7 e 5 levantam suspeitas sobre a presença de Izumo Kamizuki e Kotetsu Hagane. Como Chunins experientes, seria lógico que eles estivessem envolvidos em avaliações de nível inferior, possivelmente reprovando aqueles considerados inadequados para formar um time com um Jonin de elite, reencaminhando-os para a Academia ou para o grupo de reserva.
O número 2 aponta para Raidō Namiashi, cujo visual característico com o corte de cabelo é um forte indicativo. Mesmo sendo classificado como Tokubetsu Jōnin, sua presença não indica necessariamente aprovação, mas sim a aplicação de um filtro rigoroso, destinando-se a falhar equipes que não demonstrassem a competência mínima exigida para missões de ranque superior.
A identificação dos envolvidos nos números 1, 3 e 4 exige maior aprofundamento no histórico de Konoha. O número 3 é frequentemente associado a Tonbo Tobitake, devido à semelhança na aparência, em particular o curativo na cabeça. Tonbo, que mais tarde se veria na Equipe de Análise, sugere um caminho menos focado em combate direto após sua fase inicial.
O número 1 permanece um mistério, com candidatos como Hayama Shirakumo sendo favoritos, mas também há menção a membros do clã Nara, como Maen Nara, Suzaku Nara, Ensui Nara e Daen Nara. O número 4 está ainda sem identificação confirmada na estrutura de observação.
O destino da maioria dos genins
Uma questão crucial levantada por essa estrutura de testes é o destino dos ninjas que não foram designados aos líderes Jonin tier one como Kakashi. A suposição é que, se apenas os times com Jonins designados avançaram, a vasta maioria da turma de graduados foi considerada insuficiente. Isso implica que esses outros genins não tiveram a oportunidade sequer de serem reprovados por um futuro líder de Time 7, sendo redirecionados diretamente para divisões de suporte ou ficando em uma reserva de força de trabalho da vila, um destino menos visível, mas essencial para a logística de Konoha, como exemplificado pelo papel de Tonbo.