Análise de cenário alternativo: E se o genjutsu de shisui uchiha tivesse sido usado contra obito?
Exploramos uma mudança drástica na Quarta Guerra Ninja: o uso do genjutsu de Shisui em Obito em vez do Amaterasu.
Um ponto crucial na narrativa de Naruto Shippuden envolveu a preparação de Sasuke Uchiha para confrontar Obito Uchiha. Originalmente, Sasuke estava programado para usar o Amaterasu, a chama negra inextinguível, como uma defesa automática, visando neutralizar seu oponente antes que a situação escalasse. Contudo, uma especulação intrigante surge ao considerar uma tática alternativa de controle mental, substituindo o ataque destrutivo pelo poder ilusório do Kotoamatsukami, o genjutsu supremo de Shisui Uchiha.
A Tática do Controle Mental
No momento pivô, Obito, envolto em sua ideologia distorcida, confronta Sasuke. Em vez de despertar as chamas negras programadas por Itachi Uchiha para forçar uma reação defensiva, imaginemos que Sasuke tivesse acesso e a capacidade de empregar o Kotoamatsukami, a técnica ocular capaz de implantar ordens irrefutáveis na mente do alvo sem que ele percebesse a interferência.
A questão central desta alteração hipotética é: o poder do genjutsu de Shisui, mesmo sendo um dos mais potentes do universo ninja, seria suficiente para reverter completamente o estado mental de Obito naquele momento crítico? Obito já estava profundamente imerso na ideologia do Mugen Tsukuyomi, convencido de que o mundo real era um lugar de sofrimento insuportável.
A Mensagem Central de Shisui
A sugestão aponta para um comando específico, análogo ao usado para controlar Itachi Uchiha em seu tempo como agente duplo da Vila da Folha: "Proteja a vila". Se o Kotoamatsukami atuasse com a mesma eficácia que teve em Itachi, forçando-o a operar sob a diretriz de proteger Konoha, o impacto seria imediato e monumental para a Quarta Grande Guerra Ninja.
Obito, que se via como um salvador através da ilusão, receberia uma ordem fundamentalmente oposta, direcionada à preservação da estrutura que ele rejeitou. Isso criaria um paradoxo poderoso dentro da psique do Uchiha regenerado. Diferente do ataque físico do Amaterasu, que gera resistência imediata, o genjutsu operaria silenciosamente, alterando a base de suas ações sem que ele soubesse estar sob controle.
Implicações Estratégicas
A substituição do fogo infernal pela manipulação cerebral mudaria a dinâmica da batalha de confrontacional para manipulativa. Se Obito simplesmente trocasse de lado, a ameaça do Jūbi (Dez Caudas) e a própria execução do Tsukuyomi Infinito seriam severamente comprometidas. O papel de Madara Uchiha, que dependia da obediência e da energia de Obito, seria desestabilizado.
O uso do Kotoamatsukami exige proximidade e contato visual, condições que Sasuke frequentemente conseguia estabelecer antes dos conflitos se intensificarem. Enquanto o Amaterasu visava aniquilação, o genjutsu visava conversão. Essa conversão instantânea, se bem-sucedida, eliminaria a necessidade de longos e desgastantes combates subsequentes, reconfigurando o clímax da série de maneira radicalmente diferente da apresentada no mangá de Masashi Kishimoto.
Esta análise puramente especulativa demonstra como uma única mudança de ferramenta - trocar um poder destrutivo por um poder de coerção mental - poderia ter reescrito o destino de toda a aliança shinobi.