A logística oculta por trás da aquisição de itens raros na saga dos bodyguards

A necessidade de Kurapika e seus aliados obterem artefatos valiosos antes do leilão levanta questões cruciais sobre a fonte dos fundos e métodos.

Fã de One Piece
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06/02/2026 às 04:31

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A trama envolvendo a seleção dos guarda-costas para a família Nostrade, especialmente a parte comandada por Kurapika, apresenta um enigma logístico significativo para aqueles que acompanham a narrativa de Hunter x Hunter. O desafio imposto por Dallzone exigia que os candidatos, incluindo o protagonista, obtivessem itens raros específicos antes do leilão oficial.

A natureza desses requisitos sugere que as peças demandadas não eram meras réplicas ou substitutos utilizados apenas para fins avaliativos durante o processo de contratação. Pelo contrário, a urgência e a especificidade indicam que eram os próprios artefatos originais, os quais a família Nostrade não possuía em sua custódia para o teste.

O dilema financeiro e a natureza da missão

A questão central que surge é: como os potenciais protetores conseguiriam adquirir bens de alto valor em um espaço de tempo limitado? Presume-se que a maioria dos candidatos, focados em se provar capazes em suas habilidades de Nen ou combate, não estaria previamente acumulando vastas fortunas líquidas. Além disso, seriam eles obrigados a gastar seu próprio capital para cumprir uma etapa preliminar de um emprego pelo qual seriam, futuramente, pagos?

Esta situação força uma análise sobre as expectativas da corporação ou da família contratante. Se os itens eram autênticos e não estavam acessíveis no local do teste, duas vias principais se abrem, ambas com implicações éticas ou operacionais complexas.

A autorização para aquisição ou o desvio de recursos

A primeira conjectura aponta para a possibilidade de a família Nostrade ter liberado fundos emergenciais ou adiantamentos significativos para serem usados exclusivamente na compra desses objetos. Esta seria a solução mais direta, provendo os recursos necessários sem onerar os contratados. Contudo, isso implicaria que a avaliação não era apenas sobre a capacidade de rastrear ou conquistar o item, mas também sobre a gestão imediata de recursos financeiros substanciais.

A rota alternativa e mais dramática envolve a ideia de que os guarda-costas eram, informalmente, autorizados a se apoderar dos itens. Em um contexto onde a lealdade e a discrição são primordiais, 'roubar' os itens de outros colecionadores ou até mesmo de grupos rivais poderia ser visto como um teste de competência além da esfera financeira. Tal cenário se alinha com a natureza arriscada e muitas vezes sombria das operações envolvendo artefatos preciosos no universo de Hunter x Hunter, como discutido em análises sobre o Leilão do Mundo Negro.

A alternativa de que a descoberta dos objetos em um esconderijo pré-estabelecido fosse, de fato, o teste real, parece menos provável dado o texto que sugere a necessidade de obtenção antes do leilão, implicando transações externas. A clareza sobre a proveniência desses bens cruciais permanece um ponto de fricção na compreensão completa da fase inicial de recrutamento dos protetores de Nostrade.

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Entusiasta dedicado da franquia One Piece com foco em análise de conteúdo e apreciação de comédia e desenvolvimento de personagens. Experiência em fóruns especializados e discussões temáticas sobre o mangá/anime.