E se muzan kibutsuji tivesse conquistado o mundo: Os escolhidos para os doze kizukis globais
Análise especulativa sobre quais figuras históricas mundialmente famosas poderiam integrar as fileiras dos Doze Kizukis se Muzan expandisse seu domínio além do Japão.
A premissa de Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba, centrada na caçada de Muzan Kibutsuji e seus subordinados demoníacos, os Doze Kizukis, é intrinsecamente ligada ao Japão da era Taishō. No entanto, surge um fascinante exercício de imaginação: o que aconteceria se o Rei dos Demônios almejasse um palco global?
Se Muzan tivesse abandonado sua reclusão japonesa em favor de uma expansão internacional estratégica, a composição de seus demônios de elite, os Kizukis, naturalmente refletiria os indivíduos mais poderosos, influentes ou notórios da história mundial, transformando a hierarquia demoníaca em um panteão de lendas sombrias.
A Curadoria Global dos Opostos de Muzan
A escolha dos membros para as Luas Superiores (Upper Moons) e Inferiores (Lower Moons) não se basearia apenas em força bruta, mas também na infâmia, longevidade e capacidade de manipular grandes populações ou impérios. Um Muzan global buscaria assimilar indivíduos que, em vida, personificaram ambição desmedida ou tragédia monumental.
Potenciais Luas Superiores e Suas Influências
Os cargos de maior prestígio exigiriam figuras que moldaram eras inteiras. Um dos locais mais altos, por exemplo, poderia ser ocupado por um conquistador implacável. Pense em alguém com a capacidade de movimentar exércitos e a crueldade necessária para subjugar nações. O imperador romano Calígula, conhecido por sua tirania e crueldade extravagante, seria um candidato forte para absorver o poder demoníaco, representando a decadência do poder absoluto.
Outra posição vital seria preenchida por um mestre da manipulação política. Figuras como Nicolau Maquiavel, mesmo sem possuir força física extrema, poderiam ser transformadas em arquitetos estratégicos, idealmente posicionados para minar a resistência humana e espalhar o caos social sob a cobertura da noite.
A Força Bruta e a Longevidade Lendária
Os domínios físico e marcial exigiriam guerreiros com legados indestrutíveis.
- Alexandre, o Grande: Sua sede insaciável de conquista e liderança militar incomparável o tornariam uma adição aterrorizante, capaz de liderar legiões de demônios em assaltos coordenados em escala continental.
- Vlad, o Empalador: A infâmia e métodos brutais associados ao Príncipe da Valáquia, Vlad III, garantiriam um demônio cuja reputação por si só instigaria o terror nas aldeias europeias.
- Rainha Vitória: Embora improvável em termos de combate direto, a extensão inigualável do Império Britânico sob seu reinado representaria um controle territorial que Muzan valorizaria imensamente, simbolizando a dominação sobre vastas populações colonizadas.
Este rearranjo hipotético ilustra como a expansão de Muzan exigiria não apenas a transformação de guerreiros, mas também de líderes, tiranos e inovadores cuja memória histórica fosse suficientemente potente para justificar um lugar entre os mais poderosos seres demoníacos do mundo.
Analista de Mangá Shounen
Especializado em análise aprofundada de mangás de ação e batalhas (shounen), com foco em narrativas complexas, desenvolvimento de enredo e teorias de fãs. Experiência em desconstrução de arcos narrativos e especulações baseadas em detalhes canônicos.