Análise aprofundada indica que poder de chakra de naruto pode ter transcendido tempo e espaço na era boruto
Evidências em mídias de Naruto sugerem que a fusão de chakra após o modo Baryon deixou a assinatura de poder do protagonista em outro nível.
Um exame minucioso de eventos ocorridos na era Boruto reacende o debate sobre a magnitude do poder de Naruto Uzumaki, sugerindo que sua capacidade de chakra, especialmente após a interação com Kurama no modo Baryon, atingiu um patamar capaz de romper as barreiras dimensionais e temporais.
A teoria se baseia em observações específicas feitas por personagens como Kinshiki e Momoshiki Ōtsutsuki, que percebem anomalias no tecido do espaço dentro da Dimensão Kaguya. É notado que a fissura espacial deixada na dimensão parece ser um fenômeno novo e recente. Isso implica que, mesmo com o poder combinado de Hagoromo Ōtsutsuki, Hamura Ōtsutsuki, ou até mesmo Madara e Hashirama em seus picos, eles não possuíam a assinatura de chakra necessária para causar tal distorção em épocas anteriores.
A Transcência da Energia Espiritual
No mangá de Boruto, Momoshiki e Kinshiki detectam uma reserva de chakra de magnitude incomum espalhada por um vasto território (impliedo ser o planeta Terra), sendo Naruto e Kurama os principais catalisadores dessa manifestação. O anime corrobora essa ideia ao mostrar Toneri Ōtsutsuki incapaz de conter o poder de Naruto, resultando na destruição da temporalidade e do espaço sob sua vigilância.
Literatura complementar, como as novelas leves, reforça o argumento. Nestes materiais, os vilões chegam a ponderar que uma única entidade causou a ruptura através do universo, apontando diretamente para Naruto Uzumaki ou, de forma mais ampla, para o chakra da Terra, embora a balança da sugestão penda para o Sétimo Hokage como fator decisivo.
Um guia oficial para o arco Momoshiki esclarece explicitamente o fenômeno, indicando que o mantra traduzido aponta para o chakra de Naruto transcendendo o tempo e o espaço no universo.
Naruto superando a capacidade de Kurama
Outro ponto crucial levantado são as implicações do modo Baryon, a forma final revelada no capítulo 53 do mangá de Boruto. Kurama, a Bijuu de Nove Caudas, explicou que o modo é o resultado da fusão de seus chakras e do chakra de Naruto como matéria-prima.
A manutenção desta forma dependia do suprimento contínuo de energia vital/chakra de ambos. Analistas percebem uma complexidade inerente nessa explicação: enquanto a premissa da combinação é verdadeira, o desfecho da batalha sugere uma disparidade na resistência ou capacidade final. O modo Baryon terminaria quando um dos dois esgotasse sua energia ou força vital. O fato de Naruto ter sobrevivido e Kurama não, mesmo sendo o chakra essencialmente força vital, sugere que Naruto demonstrou uma reserva de vida e, crucialmente, de chakra superior à do próprio Kurama no final do processo.
Embora o contexto demonstre que a colaboração entre Naruto e Kurama gerou o rasgo dimensional, a evidência sugere que a assinatura de chakra de Naruto, agora integrada com a essência da Kurama, possui um potencial que nem mesmo a Bijuu completa possuía sozinha no passado. A combinação, portanto, elevou o poder do ninja a um nível inédito de manipulação física da realidade.