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Teoria complexa na mitologia de boruto conecta o casco da tartaruga viajante do tempo aos mistérios dos ōtsutsuki

Uma análise aprofundada tenta explicar a origem da tartaruga viajante do tempo, ligando-a a árvores divinas perdidas e traições entre membros do clã Ōtsutsuki.

Analista de Anime Japonês
18/01/2026 às 10:26
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Uma linha de raciocínio especulativa explora a origem e o propósito da tartaruga viajante do tempo vista no anime Boruto: Naruto Next Generations, propondo uma conexão direta com eventos anteriores envolvendo os ancestrais do clã Ōtsutsuki, Indra e Ashura.

A Contagem das Árvores Divinas e o Buraco na História

A teoria se baseia em fatos estabelecidos sobre as Árvores Divinas (Shinju) e sua relação com o clã Ōtsutsuki. Além da Dez Caudas (Jūbi) aprisionada na dimensão da Kara e a que deu origem às Bestas com Cauda, o material sugere a existência de pelo menos mais duas Árvores Divinas que foram destruídas por Indra e Ashura durante seus confrontos na Terra. Isso totalizaria quatro instâncias conhecidas de colheita de Chakra na Terra até aquele momento, superando o número de pares Ōtsutsuki conhecidos que chegaram ao planeta, como os formados por Shibai e seu parceiro, ou Kaguya e Isshiki.

O Fim dos Selos da Kara e a Fuga Estratégica

Um ponto central da discussão reside no desaparecimento de dois selos na dimensão da Kara. A premissa é que, após Shibai atingir a transcendência, ele e sua parceira não seriam mais necessários para o processo de colheita, resultando na anulação de seus respectivamente Karmas e, consequentemente, na remoção de seus selos. O mistério surge quando outro par Ōtsutsuki chega para a colheita subsequente.

Nesse cenário alternativo, o membro de um ramo inferior, buscando trair seu superior, rouba a tartaruga viajante do tempo. Ao sacrificar seu superior para a Dez Caudas, o traidor evita implantar um Karma nele próprio, pois membros de ramo superior não deveriam morrer facilmente. Ele consome parte de uma Fruta Divina parcial, semelhante à que Kaguya consumiu, e mais uma porção de uma árvore plantada por Shibai. Usando a tartaruga, este Ōtsutsuki foge para um ponto no tempo tão distante que os outros membros do clã deixariam de procurá-lo, explicando o sumiço dos selos.

A Tartaruga e as Reencarnações da Dez Caudas

Com a fuga, restam três árvores produtoras de Chakra na Terra: a que gerou as Bestas com Cauda, e as duas destruídas por Ashura e Indra. A especulação propõe que estas árvores destruídas poderiam ter se reencarnado, dada a natureza do Chakra, em uma única Dez Caudas. Essa seria a entidade encontrada por Jigen e mantida na dimensão da Kara. A permanência dos selos de outros Ōtsutsuki vivos, como Urashiki ou Momoshiki, se justifica pelo fato de que eles ainda existiam no fluxo temporal principal.

Destinos Possíveis da Tartaruga e do Viajante

A chegada do Ōtsutsuki fugitivo levanta uma série de possibilidades para a história de Naruto e Boruto.

Essas hipóteses buscam preencher lacunas narrativas, utilizando o conhecimento sobre os ciclos de colheita de Chakra e a natureza temporal do poder Ōtsutsuki, transformando a simples presença da tartaruga viajante em um eco de eventos cósmicos há muito passados.

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Tags:

#Naruto Shippuden #Boruto #Otsutsuki #Viagem no Tempo #Tartaruga

Analista de Anime Japonês

Especialista em produção e elenco de animes e filmes japoneses originais. Possui vasta experiência em cobrir anúncios de elenco, equipe técnica e trilhas sonoras de produções de nicho, focando na precisão dos detalhes da indústria.

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