A vulnerabilidade de muzan kibutsuji no mundo real: Análise sobre a sobrevivência do vilão de demon slayer
A presença do antagonista Muzan Kibutsuji no nosso mundo moderno levanta questões fascinantes sobre como sua biologia e fraquezas seriam tratadas pela ciência atual.
A figura de Muzan Kibutsuji, o progenitor dos demônios em Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba, sempre gerou fascínio, não apenas por seu poder absoluto na ficção, mas também pelo dilema que sua existência colocaria em um contexto realista. A análise de sua sobrevivência no mundo contemporâneo exige que separemos a fantasia dos elementos que poderiam ser tangíveis.
A base biológica: Flores e metais raros
O ponto mais crucial para entender a possível derrota de Muzan reside em sua dependência da Flor Aranha Azul, um elemento essencial para a criação de sua cura e a subsequente transformação final de seus demônios. Curiosamente, a flor em si é baseada em uma planta que, embora extremamente rara e difícil de encontrar, possui uma contraparte no mundo real, existindo a possibilidade teórica de sua descoberta por botânicos modernos, caso ela realmente existisse.
Além disso, as lâminas dos Caçadores de Demônios, feitas de um minério especial que os impede de se curarem rapidamente, também apresentam um paralelo com ligas metálicas reais de difícil obtenção. Em um cenário mundializado, a dificuldade em forjar essas espadas seria imensa, mas a ciência dos materiais, hoje avançada, poderia, teoricamente, analisar a composição do metal trazido por qualquer sobrevivente para replicá-lo.
O desafio das habilidades sobrenaturais
A grande barreira para a erradicação de Muzan, no entanto, não seriam os materiais, mas sim a ausência das técnicas de respiração e do sistema de organizações como os Caçadores de Demônios. Sem os Hashiras e seus estilos de combate especializados, o mundo moderno teria que depender exclusivamente de métodos científicos e militares para lidar com um ser imortal que evolui de forma rápida.
O fator determinante para a sobrevivência de Muzan seria sua capacidade de evitar a luz solar. Se ele conseguisse se manter ativo estritamente durante a noite, a luta contra ele se transformaria em uma complexa operação de vigilância e contenção urbana. A tecnologia atual, com sistemas de monitoramento avançados e a capacidade de mapear atividades noturnas em escala global, tornaria a evasão muito mais difícil do que na era Taisho do Japão.
A ciência contra a imortalidade
Cientistas modernos, com acesso à genética avançada, poderiam se concentrar em entender o processo de regeneração acelerada de Muzan. A análise de seu DNA, se obtido, revelaria a natureza de sua imortalidade celular, um campo de estudo que já consome a moderna biologia molecular. A chave estaria em encontrar um agente biológico ou químico capaz de anular sua capacidade de se regenerar ou de induzir a exposição solar.
Apesar da mística em torno do personagem, a estrutura social e tecnológica do século XXI representa um conjunto de ferramentas muito superior ao disponível durante a narrativa original. A questão central permanece se a velocidade de nossa investigação científica conseguiria superar sua capacidade de adaptação a um ambiente repleto de luz elétrica e vigilância constante, antes que ele consiga se estabelecer completamente na sociedade global.