Análise do poder: O que a tripulação de roger seria se nunca tivesse se desfeito
Exploramos o cenário em que a tripulação do Rei dos Piratas, Gold Roger, não se dispersaria, formando a força mais poderosa da história de One Piece.
A dissolução da tripulação do Rei dos Piratas, Gold Roger, logo após a conquista da última ilha da Grand Line, é um dos eventos centrais que moldaram a Era dos Piratas em One Piece. No entanto, um cenário alternativo de poder sugere que, se Roger tivesse optado por manter sua equipe unida, o grupo permaneceria inquestionavelmente como a força naval mais dominante dos mares.
O ápice do poder reunido no Mar
A tripulação de Roger era composta por alguns dos indivíduos mais talentosos e implacáveis do mundo. A formação original não apenas incluía o próprio Rei dos Piratas, cujo poder de combate era incomparável, mas também figuras lendárias que se tornariam pilares em carreiras independentes. A manutenção dessa equipe representaria uma concentração de força que rivaliza com qualquer Yonkou ou Almirante da Marinha atual.
Os pilares irremovíveis da frota
Para entender essa superioridade, é crucial analisar os membros conhecidos. Além de Roger, figuras como Silvers Rayleigh, o imediato conhecido como o “Cavaleiro das Trevas”, traziam experiência tática e habilidade no uso do Haki em níveis extremos. A presença de Shanks e Buggy, em estágios iniciais de seu desenvolvimento, ainda sob a tutela de Roger, sugere um potencial de crescimento astronômico dentro de um ambiente de alta performance.
Mas o poder ofensivo não parava por aí. A adição de espadachins como Mihawk, se considerarmos teorias mais especulativas que o ligam ao círculo interno da tripulação em algum momento, ou mesmo a força bruta de outros companheiros, solidificaria um ataque que poucas embarcações conseguiriam suportar. Mesmo desconsiderando especulações de ligações diretas, a mera existência dos oficiais centrais já bastaria.
Insuperáveis em todos os aspectos
A força de uma tripulação pirata não reside apenas no capitão, mas na sinergia e na distribuição de habilidades. A tripulação de Roger era mestre em todas as facetas de combate no Novo Mundo. Eles possuíam navegadores excepcionais, médicos competentes e uma compreensão profunda da geografia e das armadilhas do mundo, permitindo-lhes navegar com sucesso pelo perigoso Rod Grand Line.
Enquanto a Marinha, liderada por figuras como o futuro Monkey D. Garp, já era uma potência, a presença contínua do grupo de Roger forçaria uma escalada militar sem precedentes. A ausência da queda e subsequente dispersão do grupo de Roger, que inspirou inúmeros outros piratas a buscar o legado, teria mantido um equilíbrio de poder severamente inclinado.
Impacto na Era dos Piratas
Se Roger tivesse continuado, é provável que a Era dos Piratas, como a conhecemos, nunca tivesse decolado da mesma forma. A frota continuaria a desafiar o Governo Mundial e o Governo Mundial de forma unificada e dominante. Sem a libertação das informações e a lenda criada por sua volta, o oceano permaneceria sob o domínio informal, mas absoluto, dos piratas mais fortes que já existiram, estabelecendo um reinado que seria praticamente impossível de ser quebrado por qualquer força singular ou combinada na atualidade.