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Atriz de miss wednesday, charithra chandran, reflete sobre a dimensão de one piece e a liberdade criativa no live-action

Charithra Chandran revela que desconhecia a magnitude de One Piece e detalha como a essência do mangá guiou sua atuação como Miss Wednesday.

Fã de One Piece
02/02/2026 às 16:30
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Em um momento de crescente expectativa para a segunda temporada de One Piece na Netflix, a atriz Charithra Chandran, responsável por dar vida à enigmática Miss Wednesday (Vivi), compartilhou suas perspectivas sobre ingressar no universo criado por Eiichiro Oda e o impacto cultural da obra.

Chandran admitiu que, curiosamente, sua ignorância inicial sobre a franquia foi uma bênção para sua performance. Ela confessou que nunca havia ouvido falar de One Piece antes de receber o papel, o que a livrou do peso imediato de interagir com uma das bases de fãs mais fervorosas do mundo. “Eu acho que o ditado ignorance is bliss (ignorância é felicidade) foi muito verdadeiro na minha situação”, declarou a atriz, reconhecendo em seguida a escala monumental da propriedade intelectual, descrevendo-a agora como “literalmente inescapável”.

Liberdade e conexão com o material original

Por não ter crescido imersa no mangá ou no anime, Charithra sentiu-se mais livre para interpretar a personagem. Ela ressaltou que, mesmo tendo se dedicado à leitura posterior, não se sentiu excessivamente “presa ao material de origem”. Esse aspecto foi facilitado pelo processo de produção, que, segundo ela, encoraja os atores a descobrirem a alma dos personagens por conta própria, algo que ela considera ser a parte divertida do trabalho.

Ao ser questionada sobre a recepção do papel de Miss Wednesday, descrita como icônica pelos fãs, a atriz expressou humildade perante a grandeza do mundo construído por Oda-sensei ao longo de 28 anos. Ela vê sua personagem como uma “bela peça em um enorme quebra-cabeça”, um arco que, embora importante, é focado em introduzir novos nomes a cada temporada.

A Bíblia de Oda-sensei e a essência da atuação

Chandran estabeleceu uma hierarquia clara sobre o material de referência para a adaptação. Para ela, o mangá de Eiichiro Oda é a “Bíblia” da produção, enquanto o anime serve apenas como suplemento. Ela enfatizou que a obra original é extremamente emocional e que sua prioridade ao construir qualquer personagem é identificar sua essência, os momentos cruciais que ressoam com os fãs, prometendo honrar esses pilares antes de preencher as lacunas da atuação.

Um ponto de surpresa durante as gravações foi a operacionalidade do cenário. Apesar dos efeitos visuais (VFX) esperados, a atriz observou que grande parte do que é visto na tela é construído de forma prática, com cenários reais, algo que ela atribuiu à eficiência e talento da equipe de produção, especialmente a sul-africana, que demonstrou imenso orgulho pelo projeto.

O apelo universal de One Piece

Sobre o porquê de One Piece ressoar tão profundamente através de gerações e culturas, Chandran apontou para a diversidade de personagens que permitem que pessoas de variados backgrounds se identifiquem com a jornada.

“Fundamentalmente, a série é sobre amizade e sobre seguir seus sonhos”, refletiu a atriz. Para ela, essas mensagens são universais e não-políticas, sendo a base para o sucesso global da história. Não houve necessidade de treinamento físico ou mental específico, embora ela tenha brincado sobre a surpresa de descobrir que tinha muitas cenas de luta ao chegar ao set, sendo salva pela competência da equipe de dublês.

Fonte original

Tags:

#Entrevista #Netflix Live Action #Charithra Chandran #One Piece Season 2 #Impacto Cultural

Fã de One Piece

Entusiasta dedicado da franquia One Piece com foco em análise de conteúdo e apreciação de comédia e desenvolvimento de personagens. Experiência em fóruns especializados e discussões temáticas sobre o mangá/anime.

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